CyberS3c, Cybersecurity Artisans
Cadeado e corrente sobre um teclado de computador

Teste de Exploração

O modelo mais eficaz para identificar e corrigir potenciais problemas de segurança. Identificamos e validamos vulnerabilidades e testamos as capacidades de deteção e resposta das equipas, processos e tecnologias.

A sua empresa tem as melhores soluções e políticas de segurança? Sistemas e infraestruturas blindadas a quaisquer ataques? Profissionais conscientes dos principais perigos e comportamentos de risco?

Vamos testar isso! É ver para crer. Aceita o desafio?

4
níveis de serviço, do standard ao industrial
100%
das vulnerabilidades validadas manualmente com PoC
OWASP
metodologia WSTG e PTES nos testes
SCADA
cobertura até equipamentos industriais

Por que testar?

Os testes de exploração identificam e validam todas as vulnerabilidades nos diferentes ambientes, e testam as capacidades de deteção e de resposta das equipas, processos e tecnologias. Este é o modelo mais eficaz para identificar e corrigir os potenciais problemas de segurança.

Identificação

Mapeamos vulnerabilidades reais nos diferentes ambientes.

Validação manual

Cada falha é explorada manualmente com Proof of Concept (PoC).

Fator humano

Campanhas de phishing e engenharia social por telefone, e-mail e redes sociais.

Deteção e resposta

Medimos a capacidade das equipas, processos e tecnologias reagirem.

Níveis de serviço

Comparação entre os níveis Standard e Premium
Standard Premium
Identificação e validação de vulnerabilidades Incluído Incluído
Exploração manual com PoC Incluído Incluído
Phishing e engenharia social Telefone, e-mail e redes sociais Telefone, e-mail e redes sociais
OSINT (fontes de dados abertas) Recolha e tratamento
Testes a redes Wi-Fi Incluído

Para além dos níveis Standard e Premium, oferecemos âmbitos dedicados:

Redes Wi-Fi

Identificação de vulnerabilidades na rede sem fios da organização.

Equipamentos Industriais

Identificação, exploração e PoC de vulnerabilidades em equipamentos industriais (SCADA), com proposta de isolamento para reduzir o risco de ciberataques.

Onde estão as vulnerabilidades (relatório típico) Distribuição por ambiente numa avaliação, valores ilustrativos.
Aplicação web ≈ 45%
API ≈ 25%
Infraestrutura externa ≈ 20%
Redes Wi-Fi ≈ 10%
Distribuição ilustrativa; varia com o âmbito e a maturidade da organização.

Como decorre um teste

  1. 1 Fase 1

    Âmbito e reconhecimento

    • Definição de alvos e regras de contacto
    • Recolha de informação sobre a superfície
  2. 2 Fase 2

    Identificação

    • Análise automatizada e manual
    • Levantamento de vulnerabilidades por ambiente
  3. 3 Fase 3

    Exploração

    • Validação manual com Proof of Concept
    • Campanhas de phishing e engenharia social
  4. 4 Fase 4

    Relatório e retest

    • Relatório priorizado por risco
    • Retest após as correções

É ver para crer

Descobrimos as falhas antes que um atacante as explore.

Cada vulnerabilidade validada manualmente com Proof of Concept, e um retest para confirmar que ficou resolvida.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre teste de exploração e análise de vulnerabilidades?

A análise identifica e classifica vulnerabilidades; o teste de exploração vai mais longe e valida-as manualmente, explorando-as com Proof of Concept e testando a capacidade de deteção e resposta da organização.

Os testes interrompem a operação?

O âmbito e a janela de execução são definidos consigo. Trabalhamos para minimizar o impacto e, em ambientes sensíveis (como SCADA), propomos abordagens controladas e isolamento.

Recebo prova das falhas encontradas?

Sim. Cada vulnerabilidade é validada manualmente com Proof of Concept e documentada no relatório, com priorização por risco e recomendações de correção.

Testam também as pessoas?

Sim. As campanhas de phishing e engenharia social por telefone, e-mail e redes sociais fazem parte do serviço, para medir o nível de awareness dos colaboradores.

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